quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Exercendo o Protagonismo

No período entre 21 de novembro a 11 de dezembro de 2018 ocorreu a avaliação do primeiro semestre do Projeto Tribos em Cena -  2ª Edição, com dinâmicas de encerramento de ano e projeção para 2019.
As atividades baseadas nos 4 Pilares da Educação - aprender a ser, a conviver, a aprender e a fazer, com patrocínio da Petrobras através do programa Petrobras Socioambiental, iniciaram em julho/2018 e irão até junho de 2020.
A Coordenadora Jeane Kich encaminhou este momento de avaliação através de dinâmica realizada com postites.  No primeiro momento, a medida que cada tribeiro ia colando em uma folha de ofício uma palavra resumindo o semestre, ia justificando, também, sua escolha.
Surgiram palavras como: surpreendente, fantástico, fundamental, diferente, inspirador, interessante, inovador, importante, informativo, legal, renovação, esperança, responsabilidade, cuidado, aprendizado, respeito, ...
No segundo momento do encontro os tribeiros foram desafiados a ampliar sua observação, visão crítica e admiração da natureza nas férias, através da postagem de fotos do meio, no facebock da Tribo,a partir de suas cidades, durante seus passeios.
Para finalizar foram ainda provocados a registrarem seus próprios desafios para o ano de 2019. Foi dado um tempo para debaterem e colocarem em cartaz suas propostas, sendo apresentado para a Coordenação do Projeto, com todos assinando o compromisso conjunto, finalizando, assim, o encontro.
No primeiro encontro de cidadania de 2019 tal material será retomado, pois é o passo inicial para a construção de suas Agendas XXI escolares, com o apoio de seus professores e orientação da Assessora Pedagógica do Tribos em Cena - professora Maria Inês Pacheco. 
PARABÉNS TRIBEIROS!

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

RELATÓRIO DE CAMPO: CAMINHO DAS ÁGUAS



1.      Introdução- Saída de campo: Caminho das Águas

No dia 22/10/2018 a escola E.M.E.F ERNA WURTH, participou da saída de campo do projeto Tribos em Cena, patrocinado pela Petrobrás com a sua tribo Sementes da Sustentabilidade, a primeira parada foi na nascente dona Josefina na Av. Santos Ferreira, antigamente estrada dos anjos, aonde fica presente alguns biomas do sul como: Mata Atlântica, Pampa e zona de transição, observamos a nascente do arroio araçá. A segunda parada foi no arroio Araçá na Inconfidência, aonde ocorreu a explicação do percurso que a água faz, sobre o lençol freático que no caso é a mesma coisa que aquífero guarani, nos anos 90 ouve o desmatamento, aonde diminuiu a mata ciliar. A terceira parada ocorreu no rio dos sinos na praia de Paquetá, muitas famílias pescam lá, a poluição é controlada.


2. Roteiro da Visita

2.1.     Ponto de Parada 1: Nascente Dona Josefina
No primeiro ponto de parada vimos a nascente Dona Josefina e falamos sobre a bacia hidrográfica, o rio principal e seus afluentes, sua foz e sobre o lençol freático. Comentamos sobre a biodiversidade e sua preservação. Dentre os pontos de parada, está era o ponto mais conservado e menos poluído. Foi comentado que ao longo dos anos a nascente já passou por processos de limpeza e manutenção, tanto é que a proteção de tijolos foi construída para a preservação do olho d’água e até hoje segue firme com 104 anos. Vimos que a Nascente Dona Josefina se localiza no bairro Estância Velha, que antes se chamava Estrada dos Anjos no Município de Canoas, que nasce como estância de veraneio.
Conversamos sobre conceitos básicos para compreensão do contexto do caminho das águas, como o de Bacia Hidrográfica que é a área ou região de drenagem de um rio principal e seus afluentes. É a porção do espaço em que as águas das chuvas, das montanhas, subterrâneas ou de outros rios escoam em direção a um determinado curso d´água, abastecendo-o. Vimos que a bacias hidrográficas possuem várias nascentes e que a maior distância entre uma nascente e a foz constitui o rio principal, e que os demais constituem os afluentes que são rios que desaguam no rio principal em um ponto de encontro de rio que se chama confluência. A foz é onde o rio termina, ou seja, deságua no mar, em um lago ou em outro rio maior ou mais caudaloso. Há três tipos de foz fluviais: a do tipo estuário: em forma de funil, o delta formado por um leque de canais e ilhas, como o delta do Jacuí e do Rio dos Sinos, e a foz mista, com algumas ilhas laterais, mas com uma foz principal larga, como o Rio Amazonas.
Foi comentado que a mata Ciliar é um importante domínio que possui a função de conservar o meio ambiente ao redor de rios e redes de drenagem. Geralmente as matas ciliares são áreas de florestas,  ou outros tipos de cobertura de vegetal nativa que em muitos casos é degradada por pastagens, a principal razão da destruição de matas ciliares. As matas ciliares compreendem a vegetação que se localiza em áreas situadas nas proximidades de cursos d'água, tais como rios, lagos, olhos d'água e reservas hídricas em geral. Tal nomenclatura relaciona-se à analogia que se faz entre a função das matas para os rios e a função dos cílios para os nossos olhos: proteção.
Portanto, podemos rapidamente deduzir que as matas ciliares são importantes por representarem uma proteção natural dos cursos d'água. Tal processo ocorre quando essas matas, através de suas raízes, seguram o solo das margens dos rios, evitando casos de erosão fluvial, em que as águas desgastam as bordas que as comprimem e provocam abalos na estrutura superficial. As matas ciliares ajudam a proteger o solo e os rios do processo de erosão. Outra forma de atuação das matas ciliares é na “filtragem” do ambiente ao redor dos rios, evitando ou diminuindo a presença de sedimentos trazidos com a água das chuvas e da poluição em forma de resíduos tóxicos e lixo, contribuindo, assim, para conservar as redes de drenagem.
A remoção das matas ciliares costuma acontecer, principalmente, para a pecuária, uma vez que as áreas úmidas ao redor dos cursos d'água favorecem a pastagem em tempos de seca. Além disso, a agricultura também é uma atividade responsável pela destruição desse tipo de vegetação, aumentando o assoreamento dos rios que, em alguns casos, tornam-se extintos.

2.1.            Ponto de parada 2: arroio Araçá –  Av. Inconfidência
Nós vimos no ponto de parada 2, no Bairro Inconfidência de Canoas, muita poluição como sacolas plásticas, garrafas de plástico e vidro, e ossada de cachorro que provavelmente morreu e seus donos o largaram lá sem enterrar.
Pudemos observar no arroio Araçá o processo de erosão, que é a ação de processos superficiais. Os elementos que causam a erosão são: fluxo de água e vento, que removem de rochas seu material dissolvido de um local na crosta da terra que então o transporta para outro local. A ruptura de partículas provenientes de rocha e solo sedimento clástico é denominado como erosão física ou mecânica; isso contrasta com a erosão química, onde o solo ou material de rocha é removido através da dissolução promovido por um solvente (tipicamente água), seguido pelo fluxo da solução os sedimentos ou solutos erodidos podem ser transportados até por milímetros ou para milhares de quilômetros. A erosão pluvial é o escoamento superficial, resultante das chuvas, que produze 4 erosões no solo: respingo, laminar, sulcos e desembarques sendo o último o mais severo de todos. Na erosão de respingos, o impacto de uma gota de chuva causa uma pequena cratera na terra ejetando partículas do solo. Já a erosão fluvial é decorrente ocorre do fluxo contínuo de água ao longo de um rio. A erosão é tanto para baixo, aprofundando o vale e encabeçando, estendendo o vale até a encosta, criando cortes de cabeça e bancos íngremes.
No ponto 2 estava acontecendo um ponto de assoreamento onde tinha 2 arvores caídas, lixos e entulhos que formavam uma barreira que impedia a água e os detritos como sujeira. O assoreamento é o processo em que se observa no leito dos rios acumulo de detritos, lixo, entulho os outros materiais. No fundo dos rios e lagoas, esse acumulo interfere na topografia de seus leitos impedindo-os deportar todo o seu volume hídrico, provocando transbordamento em épocas de grande quantidade de chuvas.

2.1.             Ponto de parada 3: rio dos Sinos – praia de Paquetá

Nós vimos na praia muito lixo, peixes, praça para crianças brincarem, casas, barcos, a estátua, águas poluídas, bares, árvores e pescadores. Comparado com os outros pontos de paradas, a praia Paquetá foi a mais organizada. Por que era um lugar que tinha habitantes que sobrevivem da pesca e de banhistas que frequentam o local. E também os moradores fizeram até pracinhas e locais para fazer churrasco.

3.      Considerações finais

A turma apresentou uma boa participação no trabalho de campo, compreendendo bem os conceitos citados em campo e participando e debatendo em aula. Os alunos mostraram-se interessados na prática e na teoria. Questionaram aspectos com relação ao descarte do lixo resultante do lanche realizado durante a atividade. Realizaram este pequeno relatório como atividade final da disciplina de geografia da EMEF ErnaWürth. Cada aluno ficou responsável por um assunto.  Toda a teoria foi solicitada também em uma avaliação individual.

Tribo Sementes da Sustentabilidade
EMEF Erna Würth - Canoas
Relatório produzido a partir da saída Caminho das águas realizada em 22/10/2018

PRIMEIRA SAÍDA DE CAMPO: CAMINHO DAS ÁGUAS


A primeira saída a campo da segunda edição do projeto Tribos em Cena, com a tribo Ecothanos, da Escola Caetano Gonçalves da Silva, fez a rota do caminho das águas em Esteio, no dia 25 de outubro de 2018, passando pelo Arroio Sapucaia e Esteio.    
A visualização da possível nascente do Arroio Esteio, no Bairro Três Marias, em relação à água, foi comovente e impactante, havia resquícios de lixo e entulhos, encontramos ovas de sapos, mas a fauna era escassa nesse local, a água em um estado de contaminação bem elevada devido a falta de mata ciliar, que é a vegetação que protege e inibe a contaminação externa na água.
Já no Arroio Sapucaia, a água estava em melhor estado, com uma presença mais numerosa de vegetação às margens do arroio e com a fauna mais conservada. Passamos por muitos pontos onde a comunidade ajudava nos cuidados e limpeza da área, outros nem tanto.
De uma forma ou outra, a conscientização necessita ser reforçada a respeito dos cuidados com nossos arroios, em que a população entenda o impacto ambiental que pode gerar através de simples atos de cuidar do que o planeta nos oferece, de sermos exemplo. Nós, do projeto, temos essa missão, e a cumpriremos da melhor forma possível.


Tribo Eco-Thanos
EEEM Caetano Gonçalves da Silva - Esteio 
Redação criada a partir da saída Caminho das águas realizada em 25/10/2018

CRÍTICAS AMBIENTAIS



Na nossa primeira saída de campo, nós visitamos a nascente Dona Josefina localizada na Rua Santos Ferreira na cidade Canoas. A localização da nascente  é  em uma região com maior altitude do município, o proprietário da conhecida chácara dos Rosas construiu uma proteção de tijolos que servia para proteger a nascente, Foi decorada para sua amada e também recebeu o nome em sua homenagem - Dona Josefina, estavam presentes estruturas semelhantes a castelos e árvores existentes até hoje, além de uma pequena estrutura semelhante a de um oratório, que foi criado para proteger um "olho d'água" para não ser pisoteado por animais da região.
Na própria nascente e na extensão dela temos muita poluição, coisas como: garrafas pet, garrafas de vidros, bebidas alcoólicas, cigarros, plásticos, produtos de limpezas e bastante lixo, e a falta de conservação do governo. Por conta dessa poluição, poderíamos tomar água, tomar banho e usar a água para lavar roupa, mas infelizmente hoje, isso não é mais possível por causa de encanamentos e enchentes que trouxeram muita poluição para lá, as construções afetaram muita a água como por exemplo, encanamentos, estradas, moradias e um cemitério.
Naquela nascente existe um tipo de vegetação típica, ela se chama Mata Ciliar faz com as folhas de arvores e plantas protegiam a nascente Dona Josefina como se fosse um cobertor , mas infelizmente hoje esta vegetação esta meio acabada hoje em dia por causa dos seres humanos que as vezes estragam bastante a natureza nos anos de hoje.
A poluição é constantemente um dos problemas ambientais mais fortes no mundo e vem afetando bastante o meio ambiente. Isso acontece bastante na extensão da nascente e na própria Dona Josefina, porque lá são lugares quase inalcançáveis para cuidar, por isso precisamos de ajuda da CORSAN (Companhia Rio Grandense de saneamento). Essas águas da extensão e da nascente são tratadas por sabão em pó e cloro, por causa de plásticos, garrafas e etc. que impedem a purificação da água.

Tribo Tupi Lampert
EEEM Miguel Lampert - Canoas
Redação produzida a partir da saída Caminho das águas realizada em 19/10/2018
Por Lucas B., Gabriela, Fernanda França, Rafaela Vaz, Bernardo Marafigo/Turma 71

PRIMEIRA SAÍDA A CAMPO DO PROJETO

No dia 17 de outubro, fomos dar um passeio junto com o Projeto no qual fomos escolhidos a participar. Passamos por muitos lugares de Canoas, conhecemos a praia do Paquetá e vimos situações precárias do meio ambiente em diversas partes de Canoas.
Nossa primeira parada foi em uma praça pública, que no passado era terreno de uma casa. Lá, havia pequenos muros, brinquedos, árvores e uma nascente. A coordenadora nos informou que o tipo de nascente era olho d’água.
Durante o trajeto ao nosso segundo destino, passamos por pontos perto do Park Shopping, que está em cima de uma nascente. Vimos no trajeto alguns arroios também. Chegamos ao nosso destino, era uma rua totalmente alagada na calçada pelo esgoto mal tratado. Entramos em um caminho no mato para avistar um problema maior, a poluição de um arroio coberto pela espuma. Descobrimos que aquilo era resultado de nossas ações do dia-a-dia, uso de detergente em excesso, etc.
No caminho do último destino, vimos lugares cobertos de lixo, em terrenos e campos abertos. Chegamos na praia do Paquetá, uma região bem pobre onde famílias dependem da pesca e do turismo no verão. Havia pessoas tomando banho no Rio dos Sinos, porém o rio não é apropriado para o banho.

Tivemos uma boa experiência no passeio, conhecemos muitos lugares e vimos diversas situações diferentes que estão acontecendo em Canoas.


Tribo Gaia
EEEF Vicente Freire - Canoas
Redação produzida a partir da saída Caminho das águas realizada em 17/10/2018


SAÍDA A CAMPO

No dia 17/10, nossa turma foi em alguns lugares do projeto Tribos em Cena com a responsável Inês.
Começamos o passeio na fonte Dona Josefina, bairro Estância Velha. Quando cheguei lá, a primeira coisa que observei foi o lixo que tinha lá, como: pacote de cigarro, copos de plástico, papéis de bala, latas de cerveja, etc... a responsável Inês contou uma história sobre o local e alguns lugares perto dali. Mas apesar disso, o lugar em si é legal. Mas o ruim é que as pessoas que passam por ali não cuidam do lugar.
No segundo lugar, fomos no Arroio Araçá, de novo encontramos bastante lixo no local. E pela manhã tinha lodo e se formaram espumas nas águas. As espumas aparecem nos rios por muita quantidade de shampoo e detergente, e outras coisas também. Por isso, não devemos exagerar muito nessas coisas que fazem espumas.
No último lugar, foi a praia Paquetá. Lá tinha uma lixeira que estava quebrada embaixo, ou seja, se colocarmos lixo ali, vai parar no chão. Lá na praia, tinha um peixe morto. Não sabemos o motivo por ele estar morto, mas uma das suposições é por causa da poluição. Como no local tinha bastante lixo, pode ter ido parar na água e isso faz com que muitas vezes peixes e outros animais se confundam com algum alimento. Muitas pessoas acham que tocando qualquer lixo na rua não vai fazer nenhum mal. Mas sim, isso faz muito mal para a natureza. Até porque qualquer lixo vai parar nos esgotos e depois vai para os rios, mares...
Por isso a cada dia devemos lembrar que nunca é certo tocar lixo no chão, porque prejudica a fauna e a flora, e polui o meio ambiente.
Daqui a alguns anos o nosso planeta estará tomado por lixo, devido às pessoas que não sabem cuidar e não preservam a natureza.
Tribo Fênix
EMEF Guajuviras - Canoas
Redação produzida a partir da saída Caminho das águas realizada em 17/10/2018
Por Kauane Azevedo - 7º ano

NASCENTES DE ESTEIO E SAPUCAIA


Na saída a campos no dia 16/10/18 visitamos arroios e nascentes de Esteio e Sapucaia, tinha  local, por que havia muitos lixos. Mesmo assim havia lixo ainda ao redor, isso poderia trazer para os moradores de vários animais lá como pássaros, aranhas e etc... Tinha muito lixo lá no meio, tinha muitos mosquitos, foi uma experiência nova para nós. Para lembrar que antes da gente visitar as nascentes a equipe de meio ambiente deu uma limpada na região... 
Eles limparam e as pessoas ajudaram, a Maria Inês falou sobre o ciclo da água a Maria falou sobre o poço artesiano, eles falaram de lençóis de água, aves e entre outros,eles falaram sobre fauna, caramujos, aranhas, aves e árvores frutíferas.
Depois vimos o arroio de Esteio (ele está mal cuidado).
Rio dos Sinos está mal cuidado também. Depois vimos a Praça Céu que tem arroio também.

Antigamente ocorria muitas enchentes aos redores. Algumas eram muito graves. Antigamente não precisava chover muito para alagar tudo, algumas pessoas que recém tinham comprado móveis novos perdiam tudo com esses alagamentos. Pessoa pegavam muitas doenças. Pessoas tinham que sair de suas casas por que a água tampava a casa, uma vez a água passou da cintura e várias pessoas perderam tudo por causa da enchente. Mas agora está tudo diferente, a prefeitura reformou os arroios e bueiros e entre outros. Desde então não tem mais alagamentos, pode chover bastante que não alaga, sim, está tudo mudado, mas se continuar as pessoas jogando lixo vai voltar como era antes. 

 

Essa foi nossa visão, nossa experiência da saída a campo! 

Tribo Guardiões da Mata
CMEB Eva Karnal Johann - Esteio
Reflexões a partir da saída Caminho das Águas realizada em 16/10/2018

PELO CAMINHO DAS ÁGUAS


Então, essa saída de campo foi muito boa, pois consegui ver o quão mal à gente faz a natureza e também ao Brasil, jogamos lixos pela rua sem pensar no depois, a primeira nascente que vimos era pequenas e com pouca água, pois não tinha chovido, no segundo tinha bem mais água, porém tinha sujeira também, tinha espuma. Tirando o cheiro que não estava agradável, e tinha agua pelo chão e ouvi a Inês falando que de manhã tinha muito mais água na Calçada. E o último que foi o Paquetá, foi bem construtivo também, pois também percebi que a gente realmente tem que cuidar dos nossos rios/mares, pois a gente precisa de água limpa. E tirando que tinha uma lixeira furada que pode muito bem dar um vento e levar ate o rio. Nossa turma e mais uma turma do Um conseguimos reproduzir uma sacola de lixo cheia, ou seja, muito lixo.  Só com os papeis do lanche, imagina oque nos não reproduzimos diariamente? 

Eu achei bem interessante essa saída porque fomos a nascentes bem legais. Eu também consegui ver o quão nós fazemos mal à natureza por apenas jogar um simples papel de bala. 
A primeira nascente era meio seca porque não tinha chovido muito por aqueles dias, na segunda nascente tinha muito lixo na volta e mau cheiro e bastante espuma pela volta, na terceira de um lado a nascente do outro um local com muito lixo e na praia de Paquetá a água era bem suja por causa do lixo e era muito que tipo impróprio para banho.
Nabeira do mar tinha uma lixeira furada que podia muito bem o vento pegar e levar o lixo até o mar.
Nós que fomos duas turmas do Duplo e uma do colégio Guajuviras conseguimos produzir um saco grande de lixo imagina um Brasil inteiro? Bom eu aprendi nessa saída q devemos cuidar melhor da natureza, pois ela bastante importante para os seres vivos.

Tribo Eco Ambiente Jupol

CE Jussara Maria Polidoro - Canoas
Reflexões a partir da saída Caminho das Águas realizada em 17/10/2018.

SAÍDA DE CAMPO NAS NASCENTES, ARROIOS E RIO DOS SINOS

Iniciamos a nossa saída de campo com a visita na nascente do arroio Araçá em Canoas no bairro Estancia Velha, na fonte Dona Josefina situada onde antigamente era a fazenda Gravataí. A nascente é pequena, porém suas águas são bastante limpas. O que nos chamou atenção é o fato de que a nascente pode secar por questões ambientais como poluição e escavação de poços.
Logo, depois fomos ver os arroios que dão a continuidade a nascente. Observamos que o ambiente está muito poluído, as águas formam uma grande quantidade de espuma devido ao excesso de resíduos químicos encontrados em produtos como shampoos, sabonetes, detergentes, sabão em pó, etc. que são despejados junto aos esgotos diretamente no arroio.
Continuando a nossa exploração, fomos mais abaixo do arroio, e encontramos um ambiente ainda mais poluído. Vimos muito lixo acumulado nas margens do arroio, muitos animais abandonados e famílias ribeirinhas em situações de vulnerabilidade. Nossa última parada foi na Praia do Paquetá que com o aumento de moradores na região esta praia se tornou poluída e considerada imprópria para banho. Apesar deste fato as pessoas tomam banho e pescam na praia. Por ser um afluente de rio, as águas são muito profundas, e infelizmente todo ano há afogamentos nesta praia.
Concluindo este relato, pessoalmente achamos que os arroios poluídos deveriam ser tratados, pois o cheiro é desagradável, tem uma proliferação muito grande de insetos e as pessoas e os animais se intoxicam tomando a água imprópria para o consumo. E não só a população da nossa cidade como todo meio ambiente só teriam a ganhar se as nossas águas fossem tratadas com mais respeito, protegidas e preservadas por todos.

Tribo Ecogama
EEEF Vasco da Gama - Canoas
Redação criada a partir da saída Caminho das águas realizada em 17/10/2018
Por Janaína de Carvalho - 7º ano
 

RELATÓRIO DE SAÍDA DE CAMPO: CAMINHO DAS ÁGUAS


Data: 19/10/2018
Local de Saída: CMEB Vila Olímpica.
Horário de Saída: 08:00hs
Horário de Chegada: 11hs e 40min

Itinerário: Saímos do CMEB Vila Olímpica e nos dirigimos até a escola Flores da Cunha para buscarmos os alunos de lá,seguimos até a nascente do Rio dos Sinos, descoberta no município de Esteio, após seguimos para a Praça Céu onde próximo está o Arroio Sapucaia e por último visitamos o Rio dos Sinos.

1ª Parada: A primeira parada foi na nascente descoberta recentemente no município de Esteio, localiza no bairro Três Marias. Observamos a nascente que tinha um aspecto de um lago de água parada. Em seu entorno havia árvores e arbustos, observamos maricás e amoreiras. No tronco de uma das árvores observamos briófitas. Visualizamos caracóis, em uma das árvores dentro da nascente havia muitos ovos de caracóis. Próximo da nascente há uma metalúrgica desativada. Não se observou acúmulo de lixo, pois o local está sendo preservado, anteriormente a descoberta da nascente havia muito lixo no local.
2ª Parada: A segunda parada foi na Praça Céu onde fizemos um lanche e ouvimos algumas informações. Após, observamos o Arroio Sapucaia e a Foz do Rio Guajuviras. Nas margens do rio, observamos mata ciliar em apenas um dos lados, ele faz divisa com a Petrobrás. Segundo informações, já se observou peixe dourado e pássaros como o Martin Pescador nesse local. 
3ª Parada: A terceira parada foi no Rio dos Sinos, o rio possui esse nome porque ele é sinuoso, ou seja, tem muitas curvas. Esse rio é bastante poluído, mas ainda possui peixes, pois visualizamos a pesca. Havia muito lixo em seu entorno e pouca mata ciliar. A nascente do Rio dos Sinos se localiza em Caraá, próximo a Maquiné.

Com essa saída de campo observamos a importância de preservarmos a água e o meio ambiente. Pois dependemos da água e do meio ambiente como um todo para nossa sobrevivência.

Tribo Olímpica
CMEB Vila Olímpica - Esteio
Relatório produzido a partir da saída Caminho das Águas realizada em 19/10/2018.

SAÍDA A CAMPO CAMINHO DAS ÁGUAS DE ESTEIO


     Nossa saída a campo estava marcada para dia 23 de outubro, mas devido ao mau tempo foi remarcada para o dia 25. Nesse dia amanheceu nublado, mas logo o sol abriu, nos brindando com um lindo dia.
     Saímos da escola no ônibus fornecido e juntamente com a escola Caetano nos dirigimos a primeira parada. Visitamos a “nascente” do Arroio Esteio. As aspas indicam que não é exatamente uma nascente, pois ainda está em fase de estudos pela prefeitura de Esteio, conforme nos foi explicado pelos seus representantes.
     O local fica no Bairro Três Marias em um terreno com bastante mata, porém com muito descarte de lixo pelos moradores locais. A nascente forma um pequeno laguinho com varias árvores a volta. De fauna foram observados alguns ovos de sapos, pássaros e diversos insetos. A flora era bem variada, com algumas espécies conhecidas de árvores, arbustos e plantas aquáticas.
     Retornamos ao ônibus e seguimos costeando o Arroio Sapucaia e observamos que a mata ciliar do lado de Canoas segue bem preservada enquanto que do lado de Esteio é praticamente inexistente, com muitas casas ocupando seu lugar. Descemos novamente do ônibus no Bairro São José, onde fomos observar o Arroio Esteio. Pudemos ver as obras de canalização do Arroio, e também algum lixo dentro das águas.
     O cheiro não era nada agradável, evidenciando a poluição das suas águas. Retornamos ao ônibus e seguimos até o entroncamento entre os Arroios Sapucaia e Esteio e seguimos observando as obras feitas. Mais à frente observamos mudas plantadas no lado de Esteio, e a funcionária da prefeitura explicou que era um projeto de recuperação da mata ciliar da prefeitura de Esteio.
     Paramos para uma palestra na Praça CEU sobre a importância das águas, da separação do lixo e da educação ambiental, onde representantes da Petrobras vieram para nos encontrar. Após a palestra, realizamos um lanche e seguimos nossa saída a campo.
     Caminhamos até a beira do Arroio e observamos a estação de tratamento de águas de um condomínio próximo, que depois liberava suas águas no arroio. Podemos ver novamente muita poluição nas águas e algumas aves que ainda conseguem sobreviver, buscando o seu alimento nessas águas.
     Seguimos então até o Rio dos Sinos, que, na nossa opinião foi o lugar mais interessante pois tirando todo o lixo que tinha e das águas poluídas, era um lugar muito bonito. Na beira do rio observamos a mata ciliar bem preservada dos dois lados, porém no local em que estávamos havia ocupação humana, com uma casa e diversos animais domésticos, como cães, galinhas e galos. Ainda vimos mais ao longe atividade econômica de extração de areia, com diversas máquinas e caminhões.
     Fizemos um mutirão para recolher o lixo na beira do rio, separaram as escolas Loureiro e Caetano para a coleta. Todos os sacos de lixo que tínhamos levado ficaram repletos de lixo, o que nos deixou muito tristes.
     Retornamos para o ônibus, que nos levou de volta, onde nos despedimos dos colegas da escola Caetano e chegamos na nossa escola.
     Lamentável que a conclusão da nossa saída a campo teve que ser a constatação da destruição da nossa natureza pelo homem. Mas pelo menos tivemos a oportunidade de ver a insalubridade de nossos arroios e rios, o que nos alertou de que precisamos fazer algo a respeito.  Saímos com a convicção de que precisamos acreditar que nosso projeto poderá ajudar a sociedade e não será nada em vão.

Tribo dos Pampas
CE José Loureiro da Silva - Esteio
Relatório produzido a partir da saída Caminho das Águas realizada em 25/10/2018.

TRIBOS EM CENA – JUNTOS E MISTURADOS PELA NATUREZA


           Nossa escola se chama EMEF Paulo Freire, fica no bairro Guajuviras, em Canoas, este ano, nós da turma 6ª, participamos do Projeto Tribos em Cena.
            Nosso grupo escolheu o nome de NATU – TUDO JUNTO E MISTURADO, a professora que faz o Projeto junto é a Angelita e a Diretora Elizabete.  Nós fizemos um porta-estandarte para levar no lançamento na Ulbra.
            O projeto ensina a cuidar da natureza, da água e respeitar os índios, na volta da nossa escola tem muita sujeira, nós precisamos espalhar na escola que lixo não pode ser jogado no chão.
Cada um de nós fez uma redação, então aqui embaixo tem frases que os colegas colocaram e o nome deles sobre o que aprendemos no Projeto:
Cassandra : “ No trabalho de grupo nós fazemos palhaçada, brigamos e ai falamos de novo, assim nós nos unimos.” 
Arthur: “Aprendi a conviver com o meio ambiente, cuidar dele e fazer com que as pessoas cuidem do nosso planeta dia-a-dia.”
Nicole: “A nossa Tribo em Cena ajudou no colégio. Limpamos e fizemos o nosso mural, plantamos a timbaúva, fizemos cartazes dizendo: não machuque as árvores, as plantas e nem a timbaúva.”
Kauã: “No segundo passeio nós vimos  uma parte do Arroio Araçá, que estava cheio de espuma, por causa da sujeira e aprendemos que não se deve tocar lixo na água.”
Marisa: “Aprendemos a cuidar da nossa natureza. O mundo está cansado de nós, porque não cuidamos dele.”
Djessica: “Gostei muito de plantar a timbaúva, para fazer sombra para nós.”
Thalia Langner: “Eu espero muito deste projeto, pois participaremos mais um ano e meio. E que esse tempo seja repleto de coisas boas para o nosso planeta e meio ambiente.
            Estamos felizes que no 7º ano vamos continuar no Projeto Tribos em Cena, com a Inês que é muito legal. Obrigada as empresas que dão dinheiro para o Projeto: a Petrobras, o Parceiros Voluntários e a CICS Canoas.
            A tribo NATU – TUDO JUNTO E MISTURADO vem pra agitar e ajudar a Natureza.


Tribo Natu Tudo Junto e Misturado
EMEF Paulo Freire - Canoas
Redação produzida a partir da saída Caminho das Águas realizada em 24/10/2018.


A IMPORTÂNCIA DOS ARROIOS PARA O MUNICÍPIO DE CANOAS: UM POUCO DA HISTÓRIA E SUA RELAÇÃO COM A QUESTÃO AMBIENTAL


O caminho das águas começa nas nascentes, percorre um longo caminho até chegar a sua foz.  Os arroios para o município de Canoas são de vital importância, para a comunidade canoense, sendo imprescindível que haja uma educação ambiental.

Segundo MOUSINHO, 2003:                       
                                                                       “Educação ambiental é um processo em que se busca despertar a preocupação individual e coletiva para a questão ambiental, garantindo acesso à informação em linguagem adequada, contribuindo para o desenvolvimento de uma consciência crítica e estimulando o enfrentamento das questões ambientais e sociais. Desenvolve-se num contexto de complexidade, procurando trabalhar não apenas a mudança cultural, mas também a transformação social, assumindo a crise ambiental como uma questão ética e política.”

Nascente Dona Josefina – um pouco de sua história
A nascente D. Josefina começou em uma colina formada pelo pampa, onde antigamente o dono se chamava Pinto Bandeira.  Ao chegar por aqui, Pinto Bandeira se deparou com planícies inundadas (banhados) e terrenos planos entre relevos coxilhados. O estabelecimento de sua estância como primeiro núcleo social na região culminou na criação de nosso município. Escolheu uma das áreas mais altas da região, a Colina do Abílio, para construir a sede de sua fazenda.
Quando ele faleceu, sua neta, Rafaela, herdou esse lugar.  Após a morte de Rafaela, seu genro ficou com a herança. O mesmo acabou vendendo para a família Rosa.
Hoje em dia, a nascente se chama Dona Josefina. Ela foi construída em 1904, por Antônio Lourenço Rosa. O nome é uma homenagem à esposa de Rosa. Na nascente há uma proteção feita de tijolos maciços.
É importante lembrar que esse espaço na fonte servia de parada aos viajantes, com acampamento dos carreteiros, onde sesteavam, davam água para os bois e até pernoitavam.  Nessa época já se caracterizava o final do tropeirismo, com o advento das ferrovias e estradas e caminhões.
Ao longo do caminho da nascente, encontram-se muitas árvores caídas e que atrapalham a passagem da água. Já as matas ciliares servem como proteção às nascentes, assim impedindo o deslizamento de terra.
As espumas que surgem em função da poluição poluem a água, ficam presas e têm um cheiro ruim.  Essa poluição ocorre em função do lixo e/ou dejetos que as pessoas lançam na água.
Nessa perspectiva, a ONU (Organização das Nações Unidas) divulgou uma nota com uma previsão de que até 2050, aproximadamente 45% da população não terá a quantidade mínima de água.
A poluição é um dos maiores problemas da água potável, uma vez que diariamente os mananciais do mundo recebem dois milhões de toneladas de diversos tipos de resíduos.
Preocupar-se com a escassez de água em um planeta que tem 75% de sua superfície coberta por água parece absurdo. No entanto, a maior parte desse volume encontra-se nos mares e oceanos - água salgada, imprópria para o consumo.
A água é muito importante para a vida em nosso planeta. Somente 3% da água no mundo é potável, ou seja, própria para beber. Sendo que cerca de 12% da água mundial está concentrada no Brasil.
O que  preocupa é que o nosso país não cuida da água. Desse jeito, o futuro pode nos reservar água poluída, ou pior, não termos o que beber, o que seria o fim da vida no planeta. Então, se não tratarmos e cuidarmos da água agora, podemos até não ficarmos sem água ainda, mas nossos filhos e netos terão que pagar a conta.

Tribo Guardiões em Cena
EMEF Nancy Pansera - Canoas
Artigo criado a partir da saída Caminho das Águas realizada em 22/10/2018.